terça-feira, novembro 29, 2005

Melhor/Pior dia...

Esperança guardada, amor incondicional, cegueira consciente.
Andei só, fui na direção do que quis.
Olho no alvo, felicidade extrema. Sorriso estampado... sonho que vira realidade.

Um abraço, um toque, um beijo... o beijo.



Palavras ao vento, vento sobre nós... “nós” ao vento.

Pesadelo que vira realidade, tristeza que toma conta. A conta no fim do dia? 1 coração partido e alguns reais gastos.

O caminho foi escolhido. E foi esse...:


Ao longe encostado a vejo partir, provavelmente tentando não olhar pra trás... mas olhou... 2 segundos antes de sumir no meio das árvores de uma certa cidade vermelha... de sangue... triste.


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Tudo meio MUITO complicado de se entender... uma história que vai ficar pra sempre enterrada nas profundezas de mim mesmo... e dela. A história de nós dois, com começo, meio e fim(?)...

Histórias sem finais felizes não valem a pena ser contadas (mas pra sempre serão lembradas)... principalmente quando acabam com uma lágrima solitária, órfã... triste como não se pode imaginar... tão triste que não pude mostrar.

Se errei não sei, mas se errei, errei eu mesmo... por livre e espontânea liberdade de poder errar.

Realmente era minha aquela solidão Sr. Gessinger.


Marcell Lorenzo de Souza Vitorino – Brasília – 25/nov/2005



PS: Amor eterno não existe(?), desistam... e nada é uma palavra esperando tradução.

terça-feira, novembro 22, 2005

espelho quebrado... (vulgo "broken mirror")

Tantos sonhos, tantas idéias. Hibernação sentimental. SoS ao vento.

Vez por outra agente aprende alguma coisa de verdade. Mesmo que depois de muito tempo. Depois de muitos sorrisos e muitas lagrimas.

Se você perguntar por mim, vão dizer que eu ando muito estranho. Vou dizer que não sou mais o mesmo, pois o futuro não é mais como era antigamente. Altos e baixos da vida. Pedras diversas e móveis em nosso caminho. Será que a vida conspira contra nós?

Vida afora agente acaba ouvindo muitas histórias. E impressiona que as pessoas insistam em contar com ênfase nas partes ruins. Sofrer acaba virando um mérito. Porém eu gostaria de poder ser feliz, queria ser diferente de todos. Queria que tudo desse certo pra mim sempre... mas no fundo todos nós queremos isso.

Quando paro pra pensar em tudo que ja ouvi e vivi, começo a questionar o porque de tudo isso. Porque nós temos que viver nesse mundo medíocre com todas essas pessoas igualmente medíocres.

Por enquanto o único motivo que me vem a cabeça é a simples esperança de descobrir que o mundo pode ser bom. A esperança de achar alguém que faça a vida valer.

Seguindo essa linha de pensamento poderia dizer que nós somos como um espelho, um espelho quebrado. Milhares de partes separadas, cada parte com o seu brilho, com um pedaço do reflexo. Porém mesmo sendo cada parte bonita, brilhante e única ela só tem uma razão de estar... ser um espelho... se juntar com os outros fragmentos e revelar a imagem completa.

Passamos toda a vida procurando por gente que nos complete, nos ajude e nos levante.
E toda vez que agente descobre que aquele pedaço que agente gosta não é o nosso pedaço adjacente, choramos... dói...

Algumas pessoas passam a vida toda procurando, outras acabam desistindo no meio do caminho... enquanto outras sequer tentam.

Mais do que nunca, a esperança é a ultima que morre... a última.... mas morre.

sábado, novembro 12, 2005

I could write a book

Há dias e situações em que eu poderia escrever um livro, com pensamentos e palavras repetidas infinitamente... até a minha mão cansar.

"Sem duvida a dúvida é um fato, sem fatos não sai o jornal, sem saida ficamos todos presos... aqui dentro faz muito calor..."