Melhor/Pior dia...
Esperança guardada, amor incondicional, cegueira consciente.
Andei só, fui na direção do que quis.
Olho no alvo, felicidade extrema. Sorriso estampado... sonho que vira realidade.
Um abraço, um toque, um beijo... o beijo.
Palavras ao vento, vento sobre nós... “nós” ao vento.
Pesadelo que vira realidade, tristeza que toma conta. A conta no fim do dia? 1 coração partido e alguns reais gastos.
O caminho foi escolhido. E foi esse...:
Ao longe encostado a vejo partir, provavelmente tentando não olhar pra trás... mas olhou... 2 segundos antes de sumir no meio das árvores de uma certa cidade vermelha... de sangue... triste.
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Tudo meio MUITO complicado de se entender... uma história que vai ficar pra sempre enterrada nas profundezas de mim mesmo... e dela. A história de nós dois, com começo, meio e fim(?)...
Histórias sem finais felizes não valem a pena ser contadas (mas pra sempre serão lembradas)... principalmente quando acabam com uma lágrima solitária, órfã... triste como não se pode imaginar... tão triste que não pude mostrar.
Se errei não sei, mas se errei, errei eu mesmo... por livre e espontânea liberdade de poder errar.
Realmente era minha aquela solidão Sr. Gessinger.
Marcell Lorenzo de Souza Vitorino – Brasília – 25/nov/2005
PS: Amor eterno não existe(?), desistam... e nada é uma palavra esperando tradução.